sábado, 19 de junho de 2010
UMA NOVA CONSTITUIÇÃO
Após a implantação da República, uma das principais medidas do Governo Provisório foi a realização de eleições para formar uma Assembleia Constituinte que tinha como função elaborar uma nova Constituição.
A primeira Constituição republicana foi aprovada em Agosto de 1911 e defendia os seguintes princípios:
• direito à liberdade;
• igualdade social (fim dos privilégios por nascimento e dos títulos de nobreza);
• direito à greve;
• obrigatoriedade de registo civil;
• instituição do casamento civil e do divórcio.
No que diz respeito ao funcionamento do Governo, esta constituição defendia a separação de poderes.
Para votar era necessário ter mais de 21 anos e saber ler ou ser chefe de família.
Trabalho realizado por: Alexandra, Filipe, Liliana e Paulo
A primeira Constituição republicana foi aprovada em Agosto de 1911 e defendia os seguintes princípios:
• direito à liberdade;
• igualdade social (fim dos privilégios por nascimento e dos títulos de nobreza);
• direito à greve;
• obrigatoriedade de registo civil;
• instituição do casamento civil e do divórcio.
No que diz respeito ao funcionamento do Governo, esta constituição defendia a separação de poderes.
Para votar era necessário ter mais de 21 anos e saber ler ou ser chefe de família.
Trabalho realizado por: Alexandra, Filipe, Liliana e Paulo
Regicídio
Em 1907, o rei D. Carlos entregou a chefia do governo a João Franco.
João Franco tornou-se um ditador, tomando medidas que não agradaram aos portugueses, como o encerramento do Parlamento e as limitações à liberdade de imprensa.
As manifestações de descontentamento da população continuavam, vivendo-se um clima de violência.
No dia 1 de Fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o principie D. Luís Filipe, o seu herdeiro, foram assassinados no Terreiro do Paço.
Depois do regicídio subiu ao trono D. Manuel II. Este não tinha sido preparado para governar e não consegue repor a ordem no País, contribuindo para que os republicanos tivessem cada vez mais seguidores.
João Franco tornou-se um ditador, tomando medidas que não agradaram aos portugueses, como o encerramento do Parlamento e as limitações à liberdade de imprensa.
As manifestações de descontentamento da população continuavam, vivendo-se um clima de violência.
No dia 1 de Fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o principie D. Luís Filipe, o seu herdeiro, foram assassinados no Terreiro do Paço.
Depois do regicídio subiu ao trono D. Manuel II. Este não tinha sido preparado para governar e não consegue repor a ordem no País, contribuindo para que os republicanos tivessem cada vez mais seguidores.
Gravura: O Regicídio Trabalho elaborado por: Dora, Helena Pereira e Marco
A Revolta de 31 de Janeiro de 1891

Aproveitando o descontentamento da população devido ao Ultimato inglês, os republicanos organizaram, no Porto, em 31 de Janeiro, uma primeira tentativa de implantação da República.
Nessa revolta, os repúblicanos foram derrotados pelas tropas fieis ao rei.
Trabalho elaborado por: Dora, Helena Pereira e Marco
A QUEDA DA MONARQUIA
Razões da queda da Monarquia:
Atraso do desenvolvimento agrícola e industrial;
O país tinha grandes dívidas;
A maior parte da população vivia mal;
Vida faustosa do Rei
Portugal, depois da independência do Brasil, organizou viagens de exploração em África, com o objectivo de dominar as terras compreendidas entre Angola e Moçambique. Em 1886, Portugal apresentou um mapa (mapa cor-de-rosa), onde constavam os territórios a que se julgava com direitos. A Inglaterra opôs-se à pretensão de Portugal e, em 1890, enviou um ultimato, exigindo que os portugueses abandonassem esses territórios, sob pena de declaração de guerra. O rei D. Carlos e o governo aceitaram a exigência britânica, deixando o país numa posição humilhante;
Ditadura Administrativa de João Franco
Promessas do Partido Republicano (que defendia que o chefe de Estado devia ser escolhido pelo povo):
- Melhores condições de vida;

Imagens: Mapa Cor-de-Rosa e Caricatura de Bordalo Pinheiro ao Ultimato
Trabalho de: Dora, Helena Pereira e Marco
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Alterações na toponimia
A mudança de regime provocou alterações na toponimia, verificando-se uma preocupação em mudar os nomes de cariz monarquico e introduzir nomes de caris republicano.
Como exemplo:
Alterações na toponimia da cidade de Lisboa
a Avenida Ressano Garcia passou a denominar-se Avenida da República;
a Rua António Maria de Avelar passou a designar-se Avenida 5 de Outubro;
a Rua Bela da Rainha passa a Rua da Prata;
a Avenida D. Amélia passa a denominar-se Avenida Almirante dos Reis;
a Rua D. Carlos I passa a chamar-se Avenida da Cortes;
a Rua d'el-Rei passa a Rua do Comércio;
a Avenida José Luciano passa a denominar-se Avenida Elias Garcia;
a praça D. Fernando passa a praça Afonso de Alberquerque;
a Avenida Hintze Ribeiro passa a Avenida Miguel Bombarda;
a Rua da Princesa passa a Rua dos Fanqueiros;
a Praça do Príncipe Real passa a Praça Rio de Janeiro.
Fonte: Fundação Mário Soares
Como exemplo:
Alterações na toponimia da cidade de Lisboa
a Avenida Ressano Garcia passou a denominar-se Avenida da República;
a Rua António Maria de Avelar passou a designar-se Avenida 5 de Outubro;
a Rua Bela da Rainha passa a Rua da Prata;
a Avenida D. Amélia passa a denominar-se Avenida Almirante dos Reis;
a Rua D. Carlos I passa a chamar-se Avenida da Cortes;
a Rua d'el-Rei passa a Rua do Comércio;
a Avenida José Luciano passa a denominar-se Avenida Elias Garcia;
a praça D. Fernando passa a praça Afonso de Alberquerque;
a Avenida Hintze Ribeiro passa a Avenida Miguel Bombarda;
a Rua da Princesa passa a Rua dos Fanqueiros;
a Praça do Príncipe Real passa a Praça Rio de Janeiro.
Fonte: Fundação Mário Soares
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Problemas politicos e sociais da 1.ª República
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